O código da santidade

June 11, 2018

Ministração de Célula – Semana 11 a 17 de junho de 2018

 “Como filhos da obediência, obedeçam a Deus; não voltem atrás aos seus velhos caminhos – a prática do mal – porque naquele tempo não conheciam nada melhor. Mas agora, sejam santos em tudo quanto fizerem, tal como é Santo o Senhor que os convidou para serem seus filhos. Porque o próprio Senhor disse: Sejam santos, porque eu sou santo.” (I Pedro 1:14-16)

 

Santidade é o desafio do nosso dia a dia, apesar de sabermos que santidade é uma realidade posicional que temos em Cristo. Jesus nos posicionou assim: somos santos! Mas, por que é tão difícil lidar com a realidade da nossa consciência para gerar um caráter santo, para sermos verdadeiramente multiplicados como um povo santo?

 

É por causa das dificuldades enfrentadas que precisamos decidir investir maciçamente em nossas vidas em relação à santidade. Na verdade, estamos frequentemente falando sobre o assunto. Deus conhece as debilidades que existem em nós e quer que a cada dia possamos proclamar a santidade até que a forma, a estrutura e a medida da santidade estejam em nós.

 

Santidade é um assunto que jamais deve sair da nossa boca, pelo contrário, é sempre o assunto que Deus quer gerar em nossa vida e em nosso coração. Santidade é imprescindível. Santidade é o nosso chamado, tem a ver com a nossa natureza, mas vai além. Santidade é um legado que Deus tem estabelecido para que, a partir de uma experiência genuína de santidade, possamos envolver todos aqueles que amamos no mesmo alvo, nessa característica necessária para vermos verdadeiramente o Senhor.

 

A santidade nos aproxima de Deus. “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” (Hebreus 12:14). Esse tema, por mais que pareça que não temos nada de novo para falar sobre ele, há muito ainda para ser aprendido. O Espírito Santo nos toma e vai nos mostrando luz para que possamos ministrar sobre santidade.

 

Sempre haverá muito para aprender sobre santidade. Na realidade, há mais do que possamos imaginar. Então, deixe Deus conversar com você através deste estudo. Não responda nada. Apenas permita que a sua consciência funcione em um diálogo fantástico com o Pai para que tudo se arrume dentro de você.

 

A santidade é uma vestimenta muito importante. Sempre nos movemos para aquilo a que pertencemos. A quem eu pertenço, para esse eu me movo. Pare e reflita: A quem você tem pertencido? A quem você tem pertencido é para esse alguém que você se moverá.

 

Às vezes, você tem certa dificuldade em lidar com as coisas ligadas à santidade, como a maneira de falar, vestir, de agir. Muitos buscam santidade, ouvem sobre santidade, até falam daquilo que aparenta a santidade, mas muitos ficam sem entender que aquilo que aparenta nem sempre é a resposta do que se é.

 

Se você quer encontrar genuinamente santidade em essência, deve lidar com o pertencer. A quem você pertence, é para quem você se move. A quem você pertence provoca as suas emoções e as suas sensações. A quem você pertence? Talvez essa reflexão faça você descobrir que há meia santidade dentro de você, que você está meio comprometido, que está dividido entre tantas coisas, porque falta santidade em nível maior em sua vida. É como se Deus não estivesse reinando 100%.

 

Você consegue dizer se pertence 100% a Deus? Se você não conseguir responder de imediato, pode ser porque há uma aparência de que o universo da sua vida é como um teatro no qual para cada personagem você representa alguém perfeitamente.

 

SANTIDADE É PERTENCER

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” (I Tessalonicenses 5:23)

 

Quando pertencemos a Deus, movemo-nos nEle e para Ele. A sua vida não pode ser comprometida com este mundo. A quem você pertence é a pergunta chave. O fato de estar não significa ser completamente. Muitas vezes, você está na Igreja, mas desejando o mundo. Isso não é ser completamente. Se você está insatisfeito, é porque está pela metade.

 

Somos de Jesus? Somos de Deus? Mas, e aí? Há momentos em que parece que não somos. E não adianta ter uma ética religiosa fantástica ou muito honesta. Como assim? É que às vezes, por causa da ética ou da postura religiosa, você não se permite dizer nada contra Deus, mas, silenciosamente, você pensa e faz tudo contra Deus. E mesmo que você não seja exposto, que ninguém mais saiba o que você pensa e faz, Deus sabe e você também.

 

Não quero que você se desespere. Também não quero colocar dúvida no seu coração. Quero apenas levá-lo a refletir sobre a sua vida e o nível de santidade que já alcançou ou que precisa alcançar. Até porque sempre precisamos de mais santidade em nossas vidas. O que não podemos é viver debaixo de enganos, pensando ser aquilo que não somos.

 

É um grande benefício avaliarmos e descobrirmos quem somos e de quem somos. E se você descobrir que não é de Deus, que bom que descobriu em tempo de mudar. O ser humano precisa de definição. Em Deus, só serve se estivermos 100% nEle, tudo para Ele. Para Deus, só serve se formos integralmente dEle. Mas para o diabo, serve qualquer coisa porque ele sabe que qualquer coisa é tudo para ele. Assim como Deus sabe que qualquer coisa é nada para Ele.

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